A inteligência artificial não é artificial, é a realidade que continuará a aumentar a inteligência humana para aumentar a – inteligência da – sociedade em geral” – Shashi Tripathi, diretor de tecnologia da ImpediMed.

A frase acima faz parte de um trabalho da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society), empresa de consultoria global em saúde. Nele, os líderes de algumas das principais empresas do setor mostram as suas perspectivas sobre o uso da Inteligência Artificial e do Machine Learning na gestão de serviços de saúde. Dois temas muito discutidos em 2018.

Temos, por definição, que a Inteligência Artificial é o conceito no qual os sistemas são capazes de realizar tarefas que somente poderiam ser realizadas com o raciocínio humano.

Já o Machine Learning tem como conceito a criação de sistemas capazes de coletar dados, aprender com as informações e extrair conhecimentos específicos, realizando então alguma tarefa ou predição.

Abaixo, nos aprofundaremos um pouco mais essa discussão para a área da gestão de planos de saúde. Mostraremos como os líderes dos mercados mais avançados percebem e utilizam essas novas tecnologias.

Transformação Digital

Quando falamos em transformação digital, não nos referimos apenas à migração dos processos realizados no papel para a tela do computador. Mas sim à mudanças significativas para a experiência das pessoas, sejam elas gestores de operadoras de planos de saúde, prestadores, cooperados ou seus pacientes finais. No entanto, para que isso aconteça, a maneira como lidamos com a enorme quantidade de dados que nos cerca precisa mudar.

Vivemos hoje uma realidade em que os custos com a saúde estão aumentando de forma mais rápida do que a capacidade das empresas de pagar por eles. O envelhecimento da população, a baixa adesão aos tradicionais programas de medicina preventiva, a cultura de consultar diversos médicos, de realizar exames repetidos e os comportamentos fora do padrão contribuem para Modelos de Assistência à Saúde e Modelos de Pagamento insustentáveis.

Junto a isso, o grande volume de prestadores e de contas processadas, a burocracia, os conflitos e a lentidão para obter informações importantes para a tomada de decisão podem fazer com que a empresa perca a visão de processos importantes. Não consiga mais medir a qualidade dos investimentos, nem adotar medidas essenciais como as renegociações de contratos.

A falta de capacidade de lidar com os dados compromete os recursos, a performance assistencial, a sinistralidade e a entrega de saúde. Torna ineficiente a experiência para o gestor e para o seu público.

Inteligência Artificial e Machine Learning

De acordo com o trabalho da Himss, duas tecnologias são capazes de transformar a experiência dos gestores de planos de saúde e do seu público. São elas: a Inteligência Artificial e o Machine Learning.

Plataformas como o Dictas, desenvolvidas com base nesses sistemas, podem facilmente identificar, organizar, interpretar e fornecer insights com base no grande volume de dados que fazem parte do dia a dia das empresas. Dados esses que podem levar semanas para serem interpretados e para chegarem ao gestor no modelo tradicional.

Entre outras funções, a Inteligência Artificial do Dictas calcula automaticamente:

  • Os indicadores de desempenho das operadoras,
  • Análises avançadas de custos,
  • Oportunidades relevantes para economia e aprimoramento da performance;
  • Predições sobre o desempenho.

Plataformas como o Dictas, transformam a experiência de gestão, aprimoram resultados e a entrega de saúde para o paciente final.

O que dizem líderes e executivos da Saúde

Segue abaixo o que os líderes e executivos da área da saúde consultados pela Himss pensam a respeito do uso de ferramentas de Inteligência Artificial e Machine Learning, como o Dictas:

“A Inteligência Artificial é uma abordagem informatizada para identificar relações matemáticas complexas em dados observacionais. A IA ajuda a realizar tarefas descritivas, preditivas e prescritivas, como a descoberta biomédica, a prestação de serviços de saúde e a prevenção de doenças”. – Lingyi (Michael) Tang, assistente de pesquisa de pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas em Houston;

“A Inteligência Artificial é uma ferramenta assistencial integrada ao fluxo de trabalho que pode atingir metas com base no reconhecimento de padrões, que são alimentados por vastos conjuntos de dados e poder de computação acelerado”.
Anna Pannier, presidente do Colégio Americano de Executivos de Saúde do Tennessee Médio.

“(A Inteligência Artificial) usa modelos estatísticos complexos e algoritmos de autoaprendizagem para ajudar a entender e se engajar com os dados para fazer interpretações inteligentes que superam nossas tendências e limitações cognitivas”.
– Ashutosh Goel, MD, vice-presidente sênior, diretor de informática, professor assistente clínico, Programa Bio-Informatics, Bronson Healthcare Group;

A Inteligência Artificial e o Machine Learning podem ajudar na gestão eficiente dos planos de saúde. Conheça o Dictas, solução da Softplan, e surpreenda-se!

 

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